Professora da UFOP, Tatiana Ribeiro, fala sobre reparação integral a atingidos pela mineração

Ribeiro esclarece que reparação integral não diz respeito apenas a perdas materiais, mas também simbólicas e passa pela satisfação das pessoas que estão exercendo seu direito de reparação

Em vídeo (veja acima) publicado pelo Projeto Brasil Popular, a professora do departamento de Direito da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e integrante do GT Mineração do Projeto Brasil Popular, Tatiana Ribeiro, fala sobre a necessidade do debate de mudanças estruturais no setor minerário e os danos causados por esse segmento aos trabalhadores, famílias e comunidades.

Ribeiro ressalta que esses danos não tem sido reparados da maneira como deveriam, com a reparação integral. Ela explica que falar em reparação integral não é apenas discutir a restituição daquilo que foi perdido, mas também das possibilidades de retomada dos modos e projetos de vida das vítimas.

“A reparação integral requer não só a reparação material, mas também simbólica. E, mais do que isso, também o direito a não repetição. Não podemos permitir que causar danos seja vantajoso para as empresas de mineração, como tem sido”, avalia.

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