Brumadinho: atuação do MPMG nos seis meses do rompimento das barragens


Desde o rompimento das barragens de rejeitos de minério da Vale, na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) vem adotando várias medidas em defesa das vítimas, do meio ambiente, da fauna, do patrimônio cultural, dos recursos hídricos e das comunidades atingidas pelo desastre.


No mesmo dia da tragédia, 25 de janeiro, o MPMG instituiu força-tarefa para atuação nas áreas Criminal, Meio Ambiente, Direitos Humanos, Saúde, Patrimônio Público, Educação, Defesa das Crianças e Adolescentes.


Medidas emergenciais – Também no mesmo dia 25 de janeiro, a pedido do MPMG, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 5 bilhões da Vale para garantir a adoção de medidas emergenciais e a reparação de danos ambientais. No dia seguinte, uma liminar bloqueou outros R$ 5 bilhões e determinou uma série de medidas para garantir assistência emergencial aos moradores atingidos.


Responsabilização criminal – No dia 26 de janeiro, foi instaurado Procedimento Investigatório Criminal, para apurar a responsabilidade criminal pelo rompimento. No dia 29, foi deflagrada operação com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão temporária, em Belo Horizonte e São Paulo. As investigações continuam em andamento, e o MPMG colhe documentos para embasar denúncia criminal.


Baixe o arquivo disponibilizado no site do MPMG com as outras atividades que executaram desde o rompimento.

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Gabinete de Crise  - Sociedade Civil - 2020